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Massagem no Trabalho

Dentro dos programas de qualidade de vida no trabalho, é cada vez mais comum vermos empresas oferecendo seções de massagens a seus colaboradores durante o expediente.

A modalidade mais presente nas empresas é a quick massage, já que pode ser realizada numa cadeira específica que além de não ocupar muito espaço, é portátil e pode ser facilmente transportada.

Nos casos onde a empresa dispõe de uma sala exclusiva para que os colaboradores sejam atendidos, o uso de uma maca até se torna possível (podendo-se massagear e alongar também as pernas do colaborador).

Mas quanto tempo o colaborador precisará se ausentar para isto?

O tempo médio de uma quick massage é de 15 minutos, tempo suficiente para que o terapeuta consiga trabalhar as regiões mais necessitadas e exigidas no trabalho, são elas: cervical, ombros, costas, região lombar, braços e mãos, bem como o alongamento de pescoço e braços.

O resultado deste atendimento pode ser percebido imediatamente com o alívio de dores e maior disposição para o trabalho. Embora a sensação de sonolência observada após a massagem seja comum (devido ao relaxamento), o sono não se instala de fato, pelo contrário, ao chegarem em seus postos de trabalho, todos estão mais animados e com alto nível de concentração.

Diferente de outras ações, a massagem no trabalho é individualizada, com um atendimento personalizado para um público diferenciado, onde o colaborador terá condições de parar, respirar, retomar suas forças e receber orientações específicas sobre a importância de praticar alongamentos e sentar-se corretamente para evitar dores na lombar e tensões musculares.

Além dos benefícios tangíveis que esta ação pode trazer para a empresa como o aumento de produtividade, diminuição de afastamentos e de faltas, existe também os benefícios intangíveis como a valorização da empresa junto aos colaboradores e mercado, atração e retenção de talentos, dentre outros.

Para as empresas que vêem esta pausa de 15 min como um tempo preciosíssimo que estará sendo perdido, vale lembrar do chamado “presenteísmo”, nome dado ao comportamento adotado por aqueles colaboradores que, por diversos fatores, encontram-se desmotivados com o trabalho e acabam apenas estando de corpo presente na empresa, passando boa parte do dia sem conseguirem produzir, com isso, podem “matar” muito mais do que 15 minutos de trabalho, seja saindo para tomar café, fumar um cigarro ou mesmo navegando em sites de interesses particulares.

Wellington Alves
CEO da OAPCE

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